Autobiologia Analítica.
Autor: Kevin (O corvo)
A história de hoje é sobre poesia.
Poesia que não é igual nenhuma outra.
Poesia que não tem certo, não tem errado.
Vive na mente, nos dedos, na boca.
A arte de botar sentimentos em palavras.
Usar textos e transmitir Vibes.
Sem preocupação e sem medo.
De como seriam as próximas fases.
Mas a história de hoje não é sobre a poesia.
É sobre o poeta, É sobre o “sentir”
É sobre oq eu penso, sinto, falo.
Uma análise sem mentir.
Escrever poemas é algo fácil.
Parecia ser algo natural.
Hoje vivo da escrita e dos feelings.
Coisa que não imaginava fazer no fundamental.
Eu imaginava ser de tudo aquela época.
Cientista, soldado, herói.
Hoje eu sou poeta pois eu achei algo.
Achei em mim um fogo que não queima, não dói.
As vezes falo merda? Falo.
As vezes faço merda? Faço.
Mas idai? Não sou bom em usar norma culta.
Mas sei muito bem meu espaço.
Sei muito bem que já feri.
Sei onde errei, todo mundo que machuquei.
Eu admito oque eu fiz de errado.
Nunca quis ser um santo, eu nasci pra ser rei.
Sou chei de pecados e eu vejo isso.
Mas eu faço o meu e equilibro a balança.
O objetivo é um dia salvar vidas.
Coisa que eu desejo desde que sou criança.
Eu vou ver meus amigos felizes.
Não vou deixar quem eu amo chorar.
A quem precisa eu nunca vou abandonar.
Quando eu morrer eu quero ser alguém que tenham orgulho de se lembrar.
Tem gente por aí que pensa ser melhor que eu.
Que escreve mais que eu, sabe mais que eu.
Podem ser melhores em muita coisa.
Mas nunca vão ser eu.
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